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Internacional - Os pagamentos secretos que acrescentam (mais) problemas ao Chelsea FC

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Em Novembro de 2023, o jornal Britânico “The Guardian”, publicou uma notícia, que gerou polêmica, ao divulgar documentos alvos da investigação “ Cyprus Confidential ”, relativamente ao lugar que ocupava Roman Abramovich no Chelsea FC.  De acordo com a publicação, Abramovich terá financiado o clube londrino, através de “pagamentos secretos”, mais concretamente, por meio de offshores, na ordem das dezenas de milhões de euros, realizados entre 2012 a 2019. Estes pagamentos terão servido como base para sustentar o clube, bem como, para contratações e salários dos jogadores, violando assim, as normas do Fair Play.  Dados de uma investigação revelaram que, na lista de beneficiários estarão John Bico-Penaque, Antonio Conte e entidades ligadas à aquisição de Samuel Eto'o e Willian ao Anzhi. Apesar do dono do Chelsea, ter vendido o clube no ano de 2022, o tempo de reinado no Chelsea FC, está a ser investigado, de forma a averiguar possíveis irregularidades, durante esses anos, uma v...

13, o número do azar (para alguns)!

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Harry Stefano Toffolo, futebolista profissional inglês de 28 anos, defesa do Nottingham Forest, clube da Premier League, viu a pairar sobre si, no mês de julho do presente ano, a polémica que teria incumprido cerca de 375 vezes as regras relativas às apostas desportivas, regras essas que se encontram previstas na Regra E1 (b) da FA, num período compreendido entre 22 de Janeiro de 2014 e 18 Março de 2017. Facto é que, nesse mesmo mês, veio a FA acusá-lo desse mesmo incumprimento, garantido-lhe um prazo de 1 (uma) semana para se defender das referidas acusações de mais de 3 anos. Ora, acontece que, após todos os trâmites mencionados anteriormente, Toffolo teve finalmente conhecimento da decisão da FA, que veio a ser pública recentemente e que na mesma constava a sua suspensão por 5 meses e ainda o pagamento de multa de 24,4 mil euros.  Parece que realmente o jogador profissional foi “atacado” por uma onda de azar, tendo de certo apostado demasiado no número 13, isto porque foi public...

(Don't) place your bets

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Recentemente, participei como oradora, numa conferência organizada pela SIGA e a APDD, a respeito da Semana da Integridade, promovida pela primeira entidade, em que se tratam, como o próprio nome indica, de questões relacionadas com a ética e integridade desportivas. O tema sobre o qual falei estava relacionado com a ética e integridade vs manipulação de resultados e como estes se ligam a apostas desportivas.  Ainda no rescaldo da referida conferência, veio-me à memória o recente caso de Ivan Toney, avançado inglês do Brentford que se encontra atualmente a cumprir uma pena de suspensão de 8 meses, por conta de apostas desportivas. Segundo o apurado, Toney apostou contra a sua equipa por 13 vezes, entre 2017 e 2018, sendo que em 11 dessas apostas foram contra o mesmo clube - Newcastle - que detinha o seu passe à época. Não fosse isto já gravoso per si, não só pelo motivo óbvio que é apostar contra uma equipa pela qual até se presta o rendimento desportivo, o jogador ainda informou ...

Sem saliva à mistura

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Durante encontro da 29.ª jornada da Premier League, sucedeu um pequeno conflito entre o Daniel Podence e Brennan Johnson, em que o internacional português terá sido alvo suspeito de ter cuspido no rosto do adversário.  Sucede que não foi feita prova nem ficou demonstrado que tal ato ocorreu, somente que o jogador português fingiu ter cuspido e, nesta senda, entendeu por bem a Federação Inglesa de Futebol deixar cair o processo disciplinar que havia sido aberto contra Daniel Podence.  Ora, na falta de provas concretas e que levem à indubitável certeza da prática daquela conduta, claro está que não existe fundamento para a prossecução de qualquer tipo de procedimento disciplinar com vista à sanção disciplinar ou eventualmente à aplicação de alguma coima.  No entanto, o jogador português assumiu ter fingido cuspir sobre o adversário Brennan Johnson por duas vezes, com o objetivo de provocar este. Ora, tal comportamento por parte do adversário é ética e moralmente reprovável...